quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Carpe Diem

Muitos ainda desconhecem, ou ignoram, o poder de um abraço, de um beijo, de um aperto de mão e até de um “bom dia”, quando este soa realmente sincero. Sentir os pés tocando a água salgada do mar, deixar que o azul do céu nos abrace, pular em um rio de águas claras, andar de bicicleta sentindo o vento despentear os nossos cabelos, tomar banho de chuva, jogar conversa fora com os amigos... rir com nossos amigos...
São estes os detalhes que nos fazem sorrir diariamente... são estes os presentes divinos aos quais havia me referido. 
E se me permitem um conselho, abra você também os seus. Principalmente o que recebeu primeiro... aquele que já está com o embrulho apagado e empoeirado de tanto ser deixado de lado. Abra-o e use-o. É com a sensibilidade que você encontrará dentro dele, que poderá, finalmente, enxergar todos os outros embrulhos que já estão ao seu redor.
Permita-se ser feliz. 
Viva plenamente.
Colha cada dia como se fosse o primeiro.
E não se esqueça, CARPE DIEM!

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